Palermo: corrente majoritária do CGIE defende limite do ‘ius sanguinis’ na 3ª geração. Em Montevidéu, defesa do ‘ius soli’ na presença de Merlo

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A defesa da introdução do ‘ius soli’ na legislação italiana e a limitação da transmissão da cidadania ‘iure sanguinis’ na terceira geração foi o tema da intervenção do conselheiro do Uruguai no CGIE – ‘Consiglio Generale degli Italiani all’Estero’, Renato Palermo, durante a recente visita do subsecretário Ricardo Merlo ao Uruguai, na semana que passou.

Palermo falou durante o encontro realizado, dia 29 último, na sede do Instituto Italiano de Cultura de Montevidéu, do qual participou, ao lado de Merlo, também o embaixador da Itália no Uruguai, Gianni Piccato (ex-cônsul geral em Curitiba).

Além de defender a introdução do ‘ius soli’uma bandeira com a qual não concorda o subsecretário Ricardo Merlo, que a atribui aos partidos de esquerda na Itália – o conselheiro Palermo afirmou que a tendência majoritária dentro do CGIE é pela limitação da transmissão da cidadania italiana por direito de sangue já na terceira geração.

Ao responder a fala de Palermo, o senador Ricardo Merlo ponderou sobre a situação do Brasil, onde a grande maioria de ítalo-descendentes hoje integra a terceira ou quarta geração. A informação sobre a posição defendida por Palermo (natural de Sangineto, província de Cosenza, na Calábria) está contida num vídeo que chegou no endereço eletrônico da Revista Insieme na tarde de hoje, sem atribuir autoria.

O vídeo que reproduzimos está em espanhol, mas em breve disponibilizaremos a tradução automática e legendada em português, oferecido pelos recursos do Youtube (basta que o leitor habilite o recurso no player)